Estava em uma loja toda de madeira, com mesas e biombos, onde
as pessoas vendiam seu tempo, sua vida e suas histórias. As pessoas que trabalhavam
nesta loja tinham a capacidade de falar sobre qualquer assunto, você poderia
comprar uma ficha e pergunta-la sobre qualquer coisa, poderia puxar um papo
sobre um livro que quase ninguém leu e ela saberia do que se tratava, ou
poderia perguntar algo sobre a vida dela.
Peguei uma ficha, e sentei para esperar minha vez, pensando
em que poderia perguntar. Lembrei que havia deixado minha bolsa em outra sala e
fui busca-la, entrando nesta sala que parecia muito com um camarim de teatro,
todo bagunçado e com várias perucas e roupas espalhadas. Ouvi alguns ruídos e
em seguida uma conversa vindos de um canto, quando observei este canto existiam
duas pequenas portas que levavam a corredores escondidos, a conversa consistia
em um “de má qualidade” “ruim” e termos pejorativos. De uma dessas portas saíram
duas mulheres, provavelmente atrizes, elas comentavam que a cocaína que haviam
ganho de um dos “conversadores” era de péssima qualidade, mas que se usassem
uma bolsa jeans disfarçaria (?) e apesar de continuar ruim pelo menos
aparentemente teria sido bom(?).
Saindo desta sala e tentando mais uma vez sentar em uma mesa com um conversador que ainda estavam ocupadas percebi, que onde eu estava sentada um momento mais tarde, havia um suporte para bolsa de soro (de hospital) com um funil, dentro deste funil havia um pássaro azul de um olho só, este que assoprava pelo funil, da parte estreita do funil saia um equipo e esse equipo desembocava num pequeno aquário onde anteriormente havia um peixe morto, mas agora este peixe estava vivo, e parecia enlouquecido por receber o ar que o pássaro assoprava. Perguntei o que era aquilo a um rapaz que estava ao meu lado, e ele me respondeu “ele se chama PONYO e mantém o peixe vivo” tentei acariciar o pássaro mas ele parecia ter muita fome, comecei a procurar algo para alimenta-lo, voltei ao “camarim” e entrei pela pequena porta que lá havia, e assim acabou o sonho.
Saindo desta sala e tentando mais uma vez sentar em uma mesa com um conversador que ainda estavam ocupadas percebi, que onde eu estava sentada um momento mais tarde, havia um suporte para bolsa de soro (de hospital) com um funil, dentro deste funil havia um pássaro azul de um olho só, este que assoprava pelo funil, da parte estreita do funil saia um equipo e esse equipo desembocava num pequeno aquário onde anteriormente havia um peixe morto, mas agora este peixe estava vivo, e parecia enlouquecido por receber o ar que o pássaro assoprava. Perguntei o que era aquilo a um rapaz que estava ao meu lado, e ele me respondeu “ele se chama PONYO e mantém o peixe vivo” tentei acariciar o pássaro mas ele parecia ter muita fome, comecei a procurar algo para alimenta-lo, voltei ao “camarim” e entrei pela pequena porta que lá havia, e assim acabou o sonho.
· * Conversadores = pessoas que conversavam em troca
de dinheiro
· * Equipo = caninho por onde passa o soro